sábado, 28 de maio de 2011

HERFESTO

INTRODUÇÃO




Uma das doze divindade gregas do Olimpo,o Vulcano dos romanos, deus do fogo, da metalurgia e das erupções vulcânicas, o ferreiro divino dos deuses e construtor de seus palácios, armas e ferramentas. Era p filho feio e deformado de Zeus e de sua esposa Hera, foi responsável, entre outras obras, pela égide, escudo usado pelo pai em sua batalha contra os titãs. Certa vez sua mãe Hera discutiu com Zeus a respeito de Hércules e ele tomou partido a favor da mãe. Então Zeus zangado agarrou-o pelo pé e o atirou do Olimpo abaixo. Ele foi cair no fundo do mar onde foi cuidado pela titânia Tétis, que lá morava e o levou para a ilha de Lemnos. Porém não recebeu apoio da mãe por seus defeitos físicos, montou suas oficinas na ilha de Lemnos. Para se vingar, fabricou um trono esplendoroso e o mandou para sua mãe no Monte Olimpio, como presente. Ela sentou-se nele e imediatamente, correntes invisíveis ataram-se em sua volta e ela não conseguia levantar-se. Ares, o Marte romano, deus da guerra e seu principal rival, tentou libertar Hera, mas bateu rapidamente em retirada frente as chamas do deus do fogo. No entanto, Dionísio, deus do vinho e seu amigo, embriagou-o e o levou ao céu, onde ele libertou a rainha e passou a residir novamente no Monte Olimpo. De volta ao Olimpo, como deus do fogo, tornou-se o ferreiro divino e instalou suas forjas no centro dos vulcões. Construiu para si um magnífico e brilhante palácio de bronze, equipado com muitos servos mecânicos. Ali fabricou entre outras grandes obras, os raios e o trovão de Zeus, o tridente de Poseidon, a couraça de Hércules as flechas de Apolo. Por ordem de Zeus, como pelo arrependimento da antiga rejeição, deu-lhe em casamento Afrodite, a Vênus romana, a mais bela das deusas. Embora o amasse realmente, foi-lhe infiel, tendo vários amantes dentre eles deuses e mortais, pois suas traições refletiam as outras faces do amor. Descobertas as traições, confeccionou uma rede invisível em que aprisionou Afrodite e seu amante Ares para expô-los ao ridículo diante dos outros deuses e se vingar das traições da esposa. Divorciou-se de Afrodite e casou-se com as Cárites. Outra das suas célebres criações foi a armadura para o herói Aquiles. Após a morte do seu amigo Pátroclo na guerra de Tróia, Aquiles decidiu entrar de novo no conflito, mas não tinha armadura, pois a havia dado a Pátroclo. Naquele momento, a mãe dele Tétis, procurou o deus do fogo, no Monte Olimpo, e pediu que ele fabricasse uma nova armadura para o seu filho. Concordando fabricou uma esplêndida armadura, um escudo decorado com representações elaboradas e uma braçadeira com adornos que representavam a terra, o céu, o mar, o sol, a lua e as estrelas. Além do escudo, o deus do fogo criou também um capacete com uma crista que lhe protegia o peito. Apesar de ser motivo freqüente de escárnio nas lendas gregas por causa de seu defeito físico, foi muito venerada pelas dádivas por ele concedidas aos mortais e de suas forjas saiu Pandora, a primeira mulher mortal. Patrono dos ferreiros e dos artesãos em geral e lendariamente responsável pela difusão da arte de usar o fogo e da metalurgia. Era geralmente representado como um homem de meia-idade, barbado, vestido com uma túnica sem mangas e com um gorro sobre o cabelo desgrenhado.



ARES

INTRODUÇÃO




Uma das doze divindade gregas do Olimpo, deus grego da guerra, correspondente a Marte em Roma, personificava o aspecto sanguinário e selvagem das batalhas, simbolizando a agressividade característica do espírito guerreiro. Filho de Zeus e Hera, embora incluído entre os doze maiores deuses da Grécia, seu culto não era muito difundido pela Grécia, sendo seu maior legado o Aerópago ateniense. Apesar das similaridades, o deus romano teve importância maior que o de seu equivalente grego, sem possuir nada da inconstância ou da leviandade deste. Eram realizadas celebrações em honra ao deus no Egito, na cidade de Papremis, citadas por Heródoto como o sexto festival em ordem de grandeza naquele país, onde também existia um oráculo do deus. Era venerado principalmente em regiões como a Trácia, onde as pessoas eram particularmente violentas, e também era muito venerado na Cítia. Guerreava pelo simples prazer de fazê-lo e não possuía nenhuma das qualidades nobres de alguns outros deuses. Encontrava-se sempre no meio de qualquer batalha sem se preocupar com qual dos dois lados estava a razão, festejava o derramamento de sangue e não se importava com quem perdesse ou ganhasse. Era freqüentemente desafiado por Atena, que se divertia, vencendo-o e/ou envergonhando-o. Quando ele se queixou aZeus, seu pai, que Atena havia ajudado Diomedes a feri-lo na guerra de Tróia, Zeus chamou-o de renegado e chorão e só permitiu que sua ferida sarasse porque ele era seu filho. Em certa ocasião, lutou com Atena para se vingar dela por ter ajudado Diomedes. Mas ele perdeu de novo porque Atena jogou-lhe uma rocha com tanta força que ele foi projetado fora do céu, caindo na terra e levantando uma nuvem de poeira. Gemendo sem parar, foi socorrido por Afrodite, que o levou de volta para o céu, carregando-o em seus braços. Destacado por Homero em sua Odisséia, era alto e bonito, porém vaidoso e cruel e foi um dos amantes de Afrodite, deusa grega do amor e da beleza, como também de Otréra, mãe das amazonas Hipólita, MenalipePentesiléia e Antíopa e da deusa Eos e com Cirene, a mãe de Aristeu, teve Diomedes rei da Trácia. Geralmente era retratado com uma lança, a arma preferida dos hoplitas gregos.



quarta-feira, 25 de maio de 2011

ATENAS

INTRODUÇÃO

 Uma das mais poderosas das doze divindade gregas do Olimpo, deusa virginal da sabedoria, da inteligência, da paz e da guerra, protetora da vida política, das ciências e artes, e também da habilidade manual, identificada com a antiga divindade italiana Minerva, protetora de Roma, dos artesãos, poetas, professores e médicos, a partir do terceiro século a.C. Filha de Zeus com Métis, sua primeira esposa, saiu da cabeça de Zeus, já adulta e completamente armada para a guerra. Seu pai receoso depois advertido por sua avó Gaia de que Métis lhe daria um filho e que este o destronaria, assim como ele destronara Cronos e, este, Urano, utilizou-se de um ardil, convencendo sua esposa a se transformar em um animal diferente. Métis, imprudente, transformou-se em uma mosca e ele aproveitou a oportunidade e a engoliu. Entretanto, Métis já estava grávida e a gestação passou para a cabeça de Zeus. Um dia Zeus sentiu uma forte dor de cabeça e Hefesto, o deus ferreiro e do fogo, abriu-a com um machado a pedido do próprio Zeus, de onde ela saiu já adulta, com elmo, armadura e escudo. Ela tornou-se a favorita do pai e junto com ele dividia o poder das tempestades e dos relâmpagos e usava a Aegis, o escudo com a cabeça de Medusa. Tornou-se a deusa mais poderosa, ensinou aos homens praticamente todas atividades, como caça, pesca, uso de arco-e-flecha, costurar e dançar. Obteve várias vitórias sobre Ares, o deus da guerra e seu grande rival, e venceu Poseidon na competição para a posse da cidade de Atenas que ganhou o seu nome. Ela era a deusa do trabalho, como também das artes domésticas e especialmente da arte de tecer. Uma mortal, uma jovem lídia chamada Aracne, havia desenvolvido uma grande capacidade de fiar, tecer e bordar. Qualquer pessoa que a via pensava que a deusa lhe havia ensinado essa arte. Mas Aracne negava isso, pois se considerava melhor que a própria deusa. Chegou até a desafiá-la para uma competição, dizendo que pagaria a penalidade se fosse vencida. Ao ouvir isso, e a deusa ficou descontente e tomando o aspecto de uma anciã, ela visitou Aracne e avisou-a que era melhor desafiar outras mulheres e pedir perdão a deusa por sua impudência. Como Aracne não se conformou, elas começaram a competição. Ela teceu a cena de sua competição com Poseidon, na presença dos doze deuses do Olimpo. Poseidon acabava de criar o cavalo e Atena a oliveira. Nos quatro cantos de sua peça havia cenas mostrando o que acontecera com mortais que haviam desafiado os deuses no passado. Mas a desafiante não desistiu do duelo e teceu cenas mostrando os erros e as falhas dos deuses. Seu trabalho era bem feito, mas, enquanto avançava, apareciam cada vez mais insultos contra os deuses. Irritada, a deusa bateu o tecido com sua lançadeira e cortou-o em pedaços. Tocou Aracne na testa fazendo-a entender a extensão da ofensa que havia cometido, que de tão envergonhada acabou se enforcando. A deusa disse-lhe que podia continuar vivendo, mas para que ela aprendesse a lição, seus descendentes deveriam continuar pendurados. Assim, foi transformada em aranha, sempre fiando a linha pela qual permaneceria suspensa e, assim, até hoje o nome que designa a aranha em grego é aracne. Também grafada como Palas Atená, freqüentemente é associada a um escudo de guerra, à coruja da sabedoria ou à oliveira. Segundo Homero, desempenhou um papel importante apoiando os gregos na Guerra de Tróia e teve participação no julgamento de Páris. Também teve importante participação no julgamento de Areópago, quando julgou Orestes juntamente com o povo de Atenas e o absolveu dando o voto de desempate, o famoso voto de Minerva, seu nome romano.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

HERMES

INTRODUÇÃO

A figura do deus Hermes era motivo de grande veneração entre os gregos, que o consideravam um benfeitor e defensor da humanidade perante os deuses do Olimpo.
Hermes, na mitologia grega, era filho de Zeus e da ninfa Maia. Reverenciado como deus da fertilidade, tinha o centro de seu culto na Arcádia, onde se acreditava que tivesse nascido. Seu nome tem origem, provavelmente, em herma, palavra grega que designava os montes de pedra usados para indicar os caminhos. Considerado protetor dos rebanhos, era freqüentemente associado a divindades da vegetação, como Pã e as ninfas.
Entre suas várias atribuições incluíam-se as de mensageiro dos deuses; protetor das estradas e viajantes; condutor das almas ao Hades; deus da fortuna, da eloqüência e do comércio; patrono dos ladrões e inventor da lira. Era também o deus dos sonhos, a quem os gregos ofereciam a última libação antes de dormir. Nas representações mais antigas, aparece como um homem adulto, com barba, vestido com uma túnica longa, ou com a imagem de um pastor, com um carneiro sobre os ombros. Foi posteriormente representado como um jovem atlético e imberbe, com capacete alado, asas nos pés e, nas mãos, o caduceu - bastão mágico com que distribui fortuna. Em Roma, foi assimilado ao deus Mercúrio.




domingo, 22 de maio de 2011

POSEIDON







INTRODUÇÃO


Poseidon, também conhecido como Netuno para os romanos, era o grande rei dos mares, um homem muito forte, com barbas e sempre representado com seu tridente na mão e as vezes com um golfinho. Era filho de Cronos, deus do tempo, e da deusa da fertilidade Réia. Sua casa era no fundo do mar e com seu tridente causava maremotos, tremores, além de fazer brotar água do solo.
Poseidon era casado com Anfitrite. Quando se conheceram
Poseidon se apaixonou por ela, mas Anfitrite o recusou e Poseidon a obrigou casar-se com ele, porém, ela para não casar, se escondeu nas profundezas do oceano, só sua mãe sabia onde ela estava. Mas com o tempo Anfitrite mudou de idéia e foi atrás de Poseidon com quem se casou e ficou sendo a rainha do oceano. Com ela teve um filho chamado Tritão que aterrorizava os marinheiros com um barulho espantoso que ele fazia quando soprava o búzio, um instrumento, mas também com ele fazia sons maravilhosos.  Entretanto, na sua vida Poseidon teve muitos outros amores e fora de seu casamento teve mais filhos que ficaram muito conhecidos por sua crueldade, os dois que mais conhecidos foram o Ciclope e o gigante Órion. Poseidon era tio de Atena, a deusa da sabedoria, que foi com quem disputou a cidade hoje conhecida como Atenas, porém Atena ganhou a competição e a cidade ficou conhecida com o seu nome.
Na história da Guerra de Tróia, Poseidon e Apolo ajudaram o rei na construção dos muros daquela cidade e a eles foi prometida uma recompensa, porém tinham sidos enganados, pois o rei não os recompensou. Foi então que Poseidon muito enfurecido se vingou de Tróia e enviou um monstro do mar que saqueou toda a terra de Tróia e durante a guerra ele ajudou os gregos.
Poseidon é também o pai de Pégaso, um cavalo alado gerado por Medusa, por esse motivo sempre esteve muito ligado aos cavalos e foi o primeiro a colocar cavalos na região. Outro caso de amor muito conhecido de Poseidon foi com sua irmã Deméter, ele a perseguiu e ela para evitá-lo se transformou em égua, porém ele se transformou em um garanhão e com ela teve um encantador cavalo, Arion. Poseidon era um deus muito importante e celebravam em sua honra os Jogos místicos, constituídos de competições atléticas e também de musicas e poesias, realizados de dois em dois anos.

HADES

INTRODUÇÃO


Hades, deus do mundo subterrâneo (ou deus do inferno) da mitologia grega (ou Plutão, na mitologia romana), filho de Cronos e Réia, irmão de Zeus, Héstia, Deméter, Hera e Poseidon. Era casado com Perséfone (Cora para os romanos), que raptou do mundo superior, para ter como sua rainha. Este mito ficou muito conhecido como o rapto de Cora . Ele a traiu duas vezes, uma quando teve um caso com a ninfa do Cócito e também quando se apaixonou por Leuce, filha do Oceano.
Hades dominava o reino dos mortos, um lugar onde só imperava a tristeza. Conseguiu esse domínio através de uma luta contra os titãs, que Poseidon, Zeus e ele venceram. Assim Poseidon ficou com o domínio dos mares, Zeus ficou com o céu e a Terra e Hades com o domínio das profundezas.
Era um deus quieto e seu eu nome quase nunca era pronunciado, pois tinham medo, para isso usavam outros nomes como o de Plutão. Um deus muito temido, pois no seu mundo sempre havia espaço para as almas. Seu mundo era dividido em duas partes: o Érebo onde as almas ficavam para ser julgadas para receber seus castigos ou então suas recompensas; e também a parte do Tártaro que era a mais profunda região onde os titãs ficavam aprisionados. Hades era presidente do tribunal, era ele que dava a sentença dos julgamentos.
Além das sombras e almas encontradas em seus domínios, era também cuidadosamente vigiado pelo Cérbero que era seu cão de três cabeças e cauda de Dragão. Era conhecido como hospitaleiro, pois nos seus domínios sempre tinha lugar para mais uma alma. O deus quase nunca deixava seus domínios para se preocupar com assuntos do mundo superior, fez isso duas vezes quando foi raptar sua esposa e a outra quando foi para o Olimpo se curar de uma ferida feita por Heracles.
Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, mas fez isso poucas vezes e muitas delas a pedido de sua esposa. Também conhecido como o Invisível, pois com a ajuda do seu capacete que o protege de todos os olhares. Este capacete também foi usado por outros heróis como Atena e Perseu.
Porém, ao contrário do que muitas pessoas pensam, Hades não é o deus da morte e sim o da pós-morte, ele comanda as almas depois que as pessoas morrem. Apenas Ares e Cronos são responsáveis pela morte e com isso até inimigos da humanidade, o que ele não era e sim temido por sua fama.


sábado, 21 de maio de 2011

APOLO



INTRODUÇÃO


Apolo, também conhecido com Febo (brilhante), na mitologia grega  é considerado o deus da juventude e da luz, identificado primordialmente como uma divindade solar, uma das divindades mais ecléticas da mitologia greco-romana. Filho de Zeus e da titã  Latona (Leto). Tinha uma irmã gêmea Ártemis  que era conhecida pelos romanos como Diana, a deusa da caça. Segundo a lenda, Apolo e sua irmã nasceram na ilha de Delos onde sua mãe Leto se refugiou para se esconder da Hera, a esposa de Zeus.


Esse deus também tinha sua parte negra, era considerado um arqueiro de grande habilidade. Com um ano de idade seguiu a serpente Píton que era também inimiga da sua mãe e a matou com flechadas. A partir deste momento foi considerado um grande arqueiro. O seu arco disparava dardos letais que matavam os homens com doenças ou então mortes súbitas. O poder de Apolo se exercia em todos os lugares da natureza e do homem.

Uma grande história de amor não correspondido de Apolo foi com a Dafne. Por ser um deus muito belo, e ter muitas qualidades, quis ser bem mais que o deus Cupido. Afirmou que suas flechas eram bem mais poderosas que as do deus do Amor, mas Cupido argumentou que as flechas que possuía além de serem mais poderosas, atingiriam até o próprio Apolo. Apolo naquele momento não acreditou, foi então que o Cupido lançou uma flecha no coração dele com ouro na ponta e ele se apaixonou pela moça Dafne, mas o cupido para mostrar que era mais poderoso lançou uma flecha com chumbo na ponta no coração de Dafne que repudiava Apolo e sua paixão. Dafne não aguentava mais o deus Apolo a perseguindo, foi então que pediu a seu pai Peneu que mudasse sua forma; seu pai a atendeu e a transformou em um loureiro.

Outro grande momento que marcou a vida de Apolo foi sua grande admiração por Jacinto. Apolo tinha muito apego por Jacinto. Certo dia foram jogar discos, Apolo foi o primeiro a lançar; lançou muito forte e com precisão e Jacinto com muita vontade de jogar também foi correndo atrás do disco para pega-lo, mas Zéfiro (um dos deuses do vento) sentia muita inveja, pois Jacinto preferia Apolo. Então soprou o disco que bateu na testa de Jacinto. Apolo correu para ajuda-lo e enquanto tentava reviver o amigo, nasceu uma linda flor do sangue que escorreu de sua testa, que após sua morte recebeu o nome de Jacinto.

Aventuras de Apolo


Apolo e Dafne
Apolo perseguiu Dafne que se transformou em um loureiro na fuga.
Apolo e Jacinto
Apolo estava apaixonado por um jovem chamado Jacinto. Acompanhava-o em suas diversões, levava a rede quando ele pescava, conduzia os cães quando ele caçava, seguia-o pelas montanhas e chegava a esquecer-se do arco e da lira por sua causa. Certo dia os dois se divertiam com um jogo de discos e Apolo, impulsionando o disco com força e agilidade, lançou-o muito alto no ar. Jacinto, excitado com o jogo, observou o disco e correu para apanhá-lo. Zéfiro (o Vento Oeste), que também tinha uma grande admiração pelo jovem, porém tinha ciúme de sua preferência por Apolo, fez o disco desviar seu rumo e atingir o jovem bem na testa.
Jacinto caiu no chão desacordado, e nem com todas as suas habilidades de cura, Apolo conseguiu conservar sua vida. Do sangue que escorreu nasceu uma bela flor, semelhante ao lírio.***
Apolo e Marsyas
Apolo foi desafiado pelo sátiro Marsyas, que tendo inventado a flauta (ou encontrado a flauta que pertencia à Atena  ficou muito orgulhoso do seu talento musical.
Os dois contendores acordaram que aquele que fosse o vencedor poderia estipular o castigo ao perdedor. Havendo vencido a disputa com sua lira, Apolo matou Marsyas, pendurando-o em uma árvore e tirando sua pele.
Apolo e Marpessa
Apolo perseguiu Marpessa, mas ela foi salva por Idas em uma carruagem alada que este havia recebido de Poseidon. Apolo então enfrentou Idas, e os combatentes foram separado por Zeus, que permitiu Marpessa escolher seu esposo dentre os dois. Marpessa escolheu Idas (segundo uma interpretação, por temer que Apolo o abandonasse quando ela ficasse velha).
Apolo e Coronis
Apolo apaixonou-se por Coronis, e ela ficou grávida do deus. Apolo, porém, ouviu de um corvo que Coronis o estava traindo com Ischys e matou-a com uma flecha.
Enquanto o corpo da moça estava queimando na pira funeral, Apolo retirou Asclépio, seu filho, do corpo inerte e entregou para ser criado pelo centauro Quiron.
Apolo e Niobe
Niobe, a esposa do rei Amphion de Tebas, se vangloriou de ser mais abençoada que Leto, por possuir maior número de filhos e de filhas. Irada, Leto pediu punição à mortal orgulhosa, e Artemis matou todas as filhas enquanto Apolo matou os filhos de Niobe****.
Apolo e os Cíclopes
Quando Zeus matou Asclépio com um relâmpago, Apolo se vingou matando os Cíclopes, os quais haviam fabricado para Zeus os relâmpagos. Zeus puniu Apolo, condenando-o a servir ao rei Admetus como pastor por um ano.
Apolo e as Muralhas de Tróia
Apolo e Poseidon resolveram colocar o rei Laomedon de Tróia à prova, e assumiram a aparência de homens e construíram as muralhas de Tróia em troca de um pagamento combinado. Porém o rei não cumpriu sua parte, e Apolo mandou uma peste e Poseidon um monstro marinho contra a cidade.
Apolo e Crisei
Capturada durante a Guerra de Tróia, Crisei foi mantida cativa por Agamemnon e os Aqueus, que se recusaram a devolvê-la ao seu pai, um sacerdote de Apolo. Por causa disto, Apolo enviou uma peste ao acampamento dos gregos, e assim convenceu-o a libertar sua prisioneira após um longo período.

Apolo e Páris
Apolo guiou a flecha de Páris que atingiu o guerreiro Aquiles em seu ponto vulnerável.
Apolo e Laoconte
Apolo foi responsável pela morte de Laoconte, que, durante uma oferenda à Poseidon foi atacado por serpentes. Laoconte havia falado aos seus compatriotas contra o Cavalo de Tróia, deixado pelos exércitos gregos em partida.
Apolo e Cassandra
Apolo ensinou à Cassandra a arte da profecia, porém esta recusou seus favores ao deus. Apolo então condenou-a a nunca ter crédito em suas profecias